
Eu não quero ser melhor pra ninguém. Eu não quero ficar calada por aí, lamentando por coisas que não aconteceram. Eu quero ser melhor pra mim, e fazer do meu sorriso, verdadeiro. Não vou ficar pensando em como seria se eu tivesse feito diferente. Eu sou assim, grossa ás vezes, com quem merece. Sem educação? Sim, não costumo fazer o papel de menina educadinha até porque odeio falsidade, odeio mais ainda fingir ser alguém que não sou. Eu percebi que tem pessoas que tão pouco se fudendo pra mim; não importa o que eu faço ou deixo de fazer, eles nunca iram se importar. Mas de uma coisa eu tenho certeza, que chegará a hora em que as posições iram se inverter e acredite, o mundo ainda vai dar muitas voltas. (realworldstories)

Cansei de amar pela metade, cansei de tanta mentira. Cansei dos dias iguais, e dessa rotina. Cansei de mim e de me deixar sempre em última opção. Cansei de procurar meus amigos, cansei de mentir pra mim, pra ver se dói menos. Cansei de me preocupar com quem não se preocupa comigo. Cansei de sofrer e de acordar indisposta, cansei de sentir o coração bater mais forte, com uma sensação de arrependimento, de erro. Enfim, parei por aqui. (realworldstories)

E aí bate aquela louca vontade de se importar, de ligar, de saber como você está. Mais é nessas horas que o orgulho fala mais alto. Eu sinto saudades, e como viu. Mas eu não vou trás. Eu nunca fui de correr atrás de ninguém. Muito menos as pessoas. Algumas dizem que eu desisto muito fácil, mas isso não é a verdade. A verdade é por fora eu costumo parecer bem, mas por dentro eu sei, o quanto eu me importo. Eu costumo olhar pra frente, que é pra onde se anda e isso ás vezes é complicado, ás vezes nos perdemos no meio do caminho. Dói, machuca, dói porque você tem que seguir em frente lembrando que a pessoa na qual ‘jurou’ há você que independe do que acontecesse, ela ia estar ao seu lado, e cadê ela pra seguir com você, como o prometido? Eu depositei toda a minha confiança e no final, você só ferrou comigo. (realworldstories)

Abri a janela e senti um leve vento sobre o meu rosto, a chuva caia forte lá fora e molhava toda a janela. Vendo aquele céu nublado, me lembrei do quanto era feliz quando eu tinha você ao meu lado, e em meu rosto escorreu o meu pranto[..] Isso foram sinais de que a dor aqui dentro ainda não havia se cicatrizado. Me senti frágil, e sozinha em uma completa solidão, foi como se eu estivesse perdendo meu chão; ingenuidade mesmo foi acreditar no que as pessoas disseram pra mim, que ia ‘passar’, não sei se com algumas pessoas a dor passou, mais ao contrario de mim, esse lance não deu certo, e essa dor ainda continua intacta aqui dentro. Não foi isso que elas me disseram, e me fizeram acreditar. (realworldstories)